Como brisa...
Você vem de súbito... Efêmera.
Por vezes fazendo questionar, se por ser sublime de fato ou pela ausência que se imprime de sua aparição fugaz...
Traz à tona a parte adormecida. Todas aquelas belas sinapses, idéias condenadas ao ostracismo...
Ideais que o mundo exige que se mantenham entorpecidas.
As únicas que inspiram de fato.
Sinceras e não oportunistas.
Aturdindo de tal maneira poucos sentidos,
de tal forma fazendo desimportante os sentidos restantes...
Você vem e se vai como a brisa. E como brisa traz vigor e inspiração...
O que seriam dos engenheiros sem os poetas que um dia os inspiraram?