De que exatamente a indagação...
Sinto ausencia do teu olhar
Abstinencia de tua fragância
Frio recorrente do seu não mais intenso toque
Sinto fome
De que exatamente a derradeira questão
Não sua ideologia. Já possuo as minhas
Não seus sonhos. Os meus já se amontoam em zona de espera
Aguardando tempo. Tempo e inspiração...
Inspiração que me foge
Motivação que tem se esvaido junto a transpiração
Sinto falta da energia...
Falta do seu olhar profundo e solicito...
Olhar que tanto me nutria
Sinto falta da música que ouvia
As rodas em alta velocidade sobre o asfalto negro, molhado...
O som do asfalto, sua voz e o vento. A música inaldivel que compilava minha soundtrack
Sinto falta dos momentos sem proposito. Momentos que inspiravam propositos.
Falta da você que era em mim. Do eu que era em ti
domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Curvas que me perco
Dedos como nômades exploram novos territórios de teu corpo. Braços ingênuos que tentam inutilmente delimitar o perímetro de tua alma.
Não vizualizam teus olhos. Não ouvem a melôdia de teus lábios. Lábios que cantam sua doce lógica, permeada de eloqüência e graça.
O corpo reage. E envereda seu dialogo instintivo. Enquanto a alma se entorpece, se embriaga e se esforça em compilar idioma audível.
Entidades que se unem, originando energia incomensurável.
Seres terrenos que se conectam ao etéreo.
Com suor... clamor... amor e dor
Não vizualizam teus olhos. Não ouvem a melôdia de teus lábios. Lábios que cantam sua doce lógica, permeada de eloqüência e graça.
O corpo reage. E envereda seu dialogo instintivo. Enquanto a alma se entorpece, se embriaga e se esforça em compilar idioma audível.
Entidades que se unem, originando energia incomensurável.
Seres terrenos que se conectam ao etéreo.
Com suor... clamor... amor e dor
Assinar:
Postagens (Atom)