Dedos como nômades exploram novos territórios de teu corpo. Braços ingênuos que tentam inutilmente delimitar o perímetro de tua alma.
Não vizualizam teus olhos. Não ouvem a melôdia de teus lábios. Lábios que cantam sua doce lógica, permeada de eloqüência e graça.
O corpo reage. E envereda seu dialogo instintivo. Enquanto a alma se entorpece, se embriaga e se esforça em compilar idioma audível.
Entidades que se unem, originando energia incomensurável.
Seres terrenos que se conectam ao etéreo.
Com suor... clamor... amor e dor